Teles podem ser parceiras na discussão da banda larga
Enquanto o governo cearense trabalha no lançamento dos cabos de sua rede óptica, e elabora o modelo de negócios a ser utilizado, o Governo Federal se prepara para aquele que será o maior investimento em banda larga no país.
O Plano Nacional da Banda Larga, proposto pelas empresas de telecomunicações, entrou na pauta de discussões de vários grupos de trabalhos da administração pública federal. O presidente Lula já autorizou a criação de um PAC para a inclusão digital, onde vários setores da administração já iniciaram o levantamento de demandas prioritárias que permitam a execução do projeto.
De inicio foi constatado a ausência de uma infraestrutura de fibras óticas (backbone), que permitem o trafêgo das linhas digitais e o acesso à internet. Membros da Casa Civil, Ministério das Comunicações e Agência Nacional de Telecomunicações trabalham para a dissolução dos problemas.
O ministro das Comunicações, Hélio Costa, pediu aos presidentes das maiores empresas de telefonia fixa e celular do País que apresentem, em até 30 dias, uma proposta de participação no Plano Nacional de Banda Larga Pública, que vem sendo estudado pelo governo.
A corrente do governo, liderada pela Casa Civil, defende a criação de uma empresa de banda larga estatal para comandar esse plano. Uma das possibilidades é a de que a Telebrás seja reativada para gerir uma infraestrutura que seria montada a partir da Petrobrás, Eletrobrás e Eletronet. O ministro Hélio Costa, porém, defende a necessidade das empresas privadas de telecomunicações no projeto.
Com informações da Ass. do Minicom