Atlântico conquista CMMI Nível 5
O Instituto Atlântico conquistou o CMMI 5 (Capability Maturity Model Integration), o nível máximo da certificação internacional de desenvolvimento de software, a mais importante do mercado. O resultado positivo da avaliação de qualidade, feita pela empresa ISD (Integrated System Diagnostics Brasil S/C Ltda), consultoria internacional com foco exclusivo em qualidade de processos, foi publicado no site do SEI no dia 2 de outubro de 2009. O Instituto foi reconhecido como a sexta organização no Brasil reconhecida com o CMMI-5.
Segundo o superintendente do Instituto, José Eduardo Martins, o Atlântico alcançou o nível 2 em 2003 e o nível 3 em 2006. Nessas duas etapas foram investidos cerca de R$ 1 milhão, e mais R$ 2 milhões foram necessários para chegar ao topo do CMMI (Nível 5), destaca.
Para Eduardo Martins, o Atlântico obteve o CMMI 5 mediante muito esforço, com o sentimento de que precisa ter qualidade nos processos, condições de previsibilidade em termos de prazo, de custo e de volume de trabalho a ser feito para que consiga satisfazer o cliente. “Estamos sempre melhorando para atender as exigências do mercado cada vez mais competitivo. Com o CMMI Nível 5, temos condições de, medir a melhoria e comprovar que estamos em um outro nível de excelência em termos de controle de processos”, destaca.
O presidente do Instituto Atlântico, Cláudio Violato, vice-presidente de Tecnologia do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), considera o significado da conquista “importante para o Atlântico e toda a região Nordeste, uma vez que promove melhorias de qualidade e de processo e o melhor desempenho das organizações. Violato destaca que foi muito difícil obter o CMMI5 porque é uma disciplina especial que todas equipes têm que seguir. O presidente do Atlântico observa ainda que a disciplina é vista como burocracia e muitos pensam que os processos CMMI trazem custos pesados para os projetos. “Eu aprendi ao longo do tempo que o custo é muito maior quando não se pratica estes processos. Porque o nível de qualidade é menor e há muito trabalho”, conclui.